segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ausência

É nestes momentos de solidão que me afogo na tristeza da tua ausência.

Numa praia onde o mar é escuro e tão grandioso como o vazio que sinto no meu peito.
Estou sozinha sentada na areia fria!
Observo as ondas.

Elas são a minha expressão, a representação da minha revolta.
A raiva e fúria de estar sozinha! Ali…

Como uma rocha que com o tempo transformou se em grãos de areia.
Vítima da força destruidora do vento.

Assim deixo me levar pelo vento! Desapareço por entre a névoa da manhã de uma praia assombrada de solidão!

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