Queria chegar mais longe bem mais longe que qualquer outra pessoa, mas sei que não sou o que procuras.
Sou só uma pequena fracção da tua busca infindável pela perfeição.
Um pedaço muito pequeno quase microscópio de interesse.
Talvez um dia tenha o prazer de sentir que me infiltrei em ti, devagar muito devagarinho.
E assim quando já não existir sentirás a falta de algo , um vazio nocturno e incomodativo!
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
sábado, 19 de dezembro de 2009
Monólogo da Noite .
[No escuro ouve-se uma voz doce e gentil]
-Escuro só recorro a ti quando a minha alma sofre quando o meu coração esta pesado e as palavras me sufocam.
Já nem sei se é sina ou destino, mas o meu caminho por mais incerto tem sempre um fim. A perda.
Como se o vento com um sopro leva-se tudo o que as minhas mãos cansadas construíram.
Às vezes pergunto-me se o vento brinca comigo...
Pois também me traz de volta o que mais desejo com um simples sopro.
Será? Será que é isso , ele quer me enlouquecer.
Já não basta as tempestades que ele provoca ainda me quer enlouquecer.
Mas para isso basta, basta um simples e único sopro.
[A voz deixa-se de ouvir,poucos segundos depois ouve-se,mas desta vez com um tom de amargura]
-Gostaria de conversar com ele.
O porque de ser sempre assim.O porque de tentar levar a loucura uma simples mulher cujo o maior desejo é ser feliz.
Fazer o seu castelo na areia cheio de Alegria,Força,Paz,Amor,Amizade......
Será assim tão difícil deixar em paz tal pessoa?
Se calhar já estou louca.
Dou por mim a falar para o vento que entra pela minha janela, sorrateiro para não acordar mais ninguém. Já é tempo de me levantar e fechar a janela.
Começa a fazer frio.
[Angustiada a voz descreve o seu caminho até a janela.]
-Levanto-me dou passos em frente,mas a meio já me rastejo desta vez não tenho força para os levantar o cansaço é tanto, depois olho para o céu para ver se encontro a minha companheira de longas noites, a Lua.
Está pálida e serena a vigiar quem dorme ou quem não dorme.
Lá esta o vento de novo!
Arrepio-me o vento está frio é como que se me estive-se a expulsar dali para me ir deitar.
Assim vou para trás para a minha cama. Lentamente deito-me e fecho os olhos na esperança que amanhã o vento me traga o que levou de mim .
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Ausência
É nestes momentos de solidão que me afogo na tristeza da tua ausência.
Numa praia onde o mar é escuro e tão grandioso como o vazio que sinto no meu peito.
Estou sozinha sentada na areia fria!
Observo as ondas.
Elas são a minha expressão, a representação da minha revolta.
A raiva e fúria de estar sozinha! Ali…
Como uma rocha que com o tempo transformou se em grãos de areia.
Vítima da força destruidora do vento.
Assim deixo me levar pelo vento! Desapareço por entre a névoa da manhã de uma praia assombrada de solidão!
Numa praia onde o mar é escuro e tão grandioso como o vazio que sinto no meu peito.
Estou sozinha sentada na areia fria!
Observo as ondas.
Elas são a minha expressão, a representação da minha revolta.
A raiva e fúria de estar sozinha! Ali…
Como uma rocha que com o tempo transformou se em grãos de areia.
Vítima da força destruidora do vento.
Assim deixo me levar pelo vento! Desapareço por entre a névoa da manhã de uma praia assombrada de solidão!
Espelho!
Interna solitária cujo único e maior amor é o lápis que tem na mão cada vez que o seu lado oculto chama por ela.
Apaixonada pelo que lhe rodeia e não pelos que lhe rodeiam.
Sonhadora sem esperanças num amanha melhor.
Contraria a sua própria vontade e sentimentos.
Manipuladora da sua liberdade.
Escrava do papel.
Prisioneira das memorias que lhe assombram a alma!
Cega pela verdade.
Sedenta por sinceridade.
Lutadora pela sua expressão, que tenta libertar em cada palavra que escreve.
É o reflexo de quem sou!
Apaixonada pelo que lhe rodeia e não pelos que lhe rodeiam.
Sonhadora sem esperanças num amanha melhor.
Contraria a sua própria vontade e sentimentos.
Manipuladora da sua liberdade.
Escrava do papel.
Prisioneira das memorias que lhe assombram a alma!
Cega pela verdade.
Sedenta por sinceridade.
Lutadora pela sua expressão, que tenta libertar em cada palavra que escreve.
É o reflexo de quem sou!
Desculpa*
Desculpa não ser o que tu gostarias.
Desculpa ser a tua desilusão, o teu sofrimento.
Desculpa por existir!
Culpa-me de tudo não me importo.
Mesmo que não tivesse a culpa sinto-a a roer a minha alma.
Sem piedade, sem deixar qualquer tipo de pena de mim própria.
Desculpa se fui uma perda de tempo, um contratempo.
Uma ilusão mascarada de sonho, uma luz cheia de sombras.
Não tens culpa nem eu mas é tão fácil culparmos a nós próprios para diminuir o sofrimento.
O sofrimento causado por um olhar num momento tão oportuno.
Que fez fluir a atracção de dois corpos.
Que cegou duas almas perdidas a procura de um abrigo.
Sofrimento causado pelo coração.
Desculpa ser a tua desilusão, o teu sofrimento.
Desculpa por existir!
Culpa-me de tudo não me importo.
Mesmo que não tivesse a culpa sinto-a a roer a minha alma.
Sem piedade, sem deixar qualquer tipo de pena de mim própria.
Desculpa se fui uma perda de tempo, um contratempo.
Uma ilusão mascarada de sonho, uma luz cheia de sombras.
Não tens culpa nem eu mas é tão fácil culparmos a nós próprios para diminuir o sofrimento.
O sofrimento causado por um olhar num momento tão oportuno.
Que fez fluir a atracção de dois corpos.
Que cegou duas almas perdidas a procura de um abrigo.
Sofrimento causado pelo coração.
Só queria ser feliz!
Afinal para onde vou eu?
Qual será o meu ponto de chegada.
Será que já deveria ter parado mas continuei andar.
Será que era ali atrás no momento que desperdicei ?
E agora? Não posso voltar atrás.
Agora vagueio sem rumo no vazio de uma vida incompleta.
Não sei a direcção correcta de um final perdido.
Desperdiçado na ignorância.
Mas será que realmente o ponto de chegada era naquele momento?
Não sei, para onde ir!
E no momento será que vou perceber que devo parar?
Quando é que vou chegar a felicidade…
Quando é que posso parar e ficar sentada a observar as maravilhas desta simples palavra?
Quando é que posso gritar e dizer que ela é minha que a consegui?
Só queria ser feliz!
Será pedir muito?
Qual será o meu ponto de chegada.
Será que já deveria ter parado mas continuei andar.
Será que era ali atrás no momento que desperdicei ?
E agora? Não posso voltar atrás.
Agora vagueio sem rumo no vazio de uma vida incompleta.
Não sei a direcção correcta de um final perdido.
Desperdiçado na ignorância.
Mas será que realmente o ponto de chegada era naquele momento?
Não sei, para onde ir!
E no momento será que vou perceber que devo parar?
Quando é que vou chegar a felicidade…
Quando é que posso parar e ficar sentada a observar as maravilhas desta simples palavra?
Quando é que posso gritar e dizer que ela é minha que a consegui?
Só queria ser feliz!
Será pedir muito?
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