quarta-feira, 28 de maio de 2008

Navego sozinha*


Navego sozinha num mar de dúvidas que me levam lentamente até ao fundo.
Sigo a longa descida …cada vez a água é mais fria corta me a respiração, e são estes os meus últimos pensamentos – Dúvidas.

Era ai! Ia morrer não havia como sobreviver!
Então com uma força soberana tu agarras te me …

Arrancas te me do mar de dúvidas que atormentava a minha alma.

És tu a luz que precisava no meu do mundo de escuridão.
És tu a minha liberdade neste mundo de opressão.
Não me abandones neste mar.
Sê tu o meu libertador e imperador.

*

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